Após suposta pressão, Ayres Britto vota questão em separado
A informação de que Carlos Ayres Britto, do STF (Supremo Tribunal Federal), poderia mudar seu voto no processo de extradição de Cesare Battisti, após supostas pressões de juristas, fez com que o ministro se sentisse coagido. Colegas diziam nos bastidores que Celso Antônio Bandeira de Mello, professor da PUC-SP e um dos principais responsáveis pela campanha em favor da indicação de Britto ao STF, teria tentado convencê-lo a mudar de posição. Noticiou o jornal O Estado de S. Paulo.
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