Rodrigo Dall’Acqua: “Peças devem ser mais objetivas e diretas”
Passei na Ordem em 1999
Entrei na PUC/SP em 1995
Concluí em 1999
Decidi fazer direito porque tenho paixão pela leitura e pelos grandes debates. O interesse pesou na escolha entre direito e agronomia, opções completamente diferentes. Era muito jovem e não tinha experiência profissional, mas fiz a escolha certa.
Minha(s) disciplina(s) preferida(s) era(m) Direito Penal e Processo Penal.
Como organizava meu tempo de estudo: estagiava em tempo integral e ia para a PUC à noite. Estudava para a OAB no horário de almoço, finais de semana ou bem tarde, depois das aulas, sempre com material especializado dos cursos preparatórios.
Hoje sou especialista em Direito penal.
Na segunda fase escolhi Direito Penal. Já participava da elaboração de peças processuais no estágio, foi bem mais difícil passar na primeira fase.
Minha dica para quem está prestando o Exame: quem já está habituado a fazer petições no estágio costuma se complicar ao tentar escrever da mesma forma na segunda fase. É importante perceber que para a prova da OAB o estilo das peças deve ser diferente, muito mais objetivo e direto.
*Advogado criminalista, especialista em Direito Penal Econômico e sócio do escritório Oliveira Lima, Hungria, Dall’Acqua e Furrier Advogados.








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