Fenalaw 2013 -

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Os principais assuntos do meio jurídico na Fenalaw 2013

1 de novembro de 2013

Por Luíza Giovancarli

De agosto a outubro de 2013, o Última Instância realizou a cobertura da 10ª Fenalaw, trazendo matérias sobre os principais temas que seriam discutidos na feira, além de entrevistas com os palestrantes e expositores do evento. O especial trouxe desde os debates sobre as mudanças nos Códigos de Processo Civil, Comercial, Penal e do Consumidor até os temas relacionados a novas áreas de mercado para advogados, gestão em departamentos jurídicos e escritórios, marketing jurídico, entre outros. Hoje, no encerramento da cobertura da Fenalaw 2013, selecionamos os principais assuntos discutidos na feira pelos palestrantes e expositores. Confira:

Especialista fala sobre internacionalização dos escritórios de advocacia

O mercado brasileiro para os advogados vem apresentando sinais de crescimento em diversas áreas, como por exemplo, no setor de transportes e eletrônicos. Além disso, a proximidade dos eventos esportivos que ocorrerão no país indica um mercado promissor para os próximos anos. Ainda assim, o mercado exterior pode ser um bom campo de oportunidades. São muitas as empresas estrangeiras que se interessam em investir ou contratar um funcionário brasileiro. O Última Instância conversou com a advogada Marcela Berger, sócia no Azevedo Rios, Berger, Camargo e Presta Advogados e Consultores e palestrante da 10ª Fenalaw, e ela explicou quais são as principais tarefas de um escritório brasileiro que quer se internacionalizar. Leia mais.

 5 dicas para um escritório se dar bem nas redes sociais

As redes sociais se tornaram importantes ferramentas para o desenvolvimento de uma boa comunicação nos escritórios de advocacia. No entanto, muitos ainda não sabem utilizá-las e nem como aproveitar todo o seu potencial. O Última Instância conversou com Diego Brugiolo, Diretor Comercial da SocialStorm – Estratégia Digital e palestrante na 10ª Fenalaw, e ele criou um guia para quem quer potencializar o uso de redes sociais. Leia mais.

Atender clientes de maneira padronizada facilita o trabalho do advogado

Escritórios de advocacia estão acostumados a atender diversos clientes com demandas diferentes umas das outras. Porém, existem formas de padronizar que podem facilitar o trabalho e oferecer um tratamento especializado para cada um deles. Traçar um modelo que possa ser aplicado a todos, ou seja, criar um padrão único, auxilia até mesmo na hora de em que é necessário flexibilizar para se adequar às especificidades de cada um. Leia mais.

Apesar do potencial, poucos trabalham com Direito Desportivo

Os eventos esportivos vêm abrindo um grande espaço para a atuação do mercado jurídico. “A gente tem contratos internacionais de licenciamento, de segurança, de transporte, de hotelaria, de fornecimento de materiais esportivos, de transmissão, de publicidade, enfim, uma gama de negócios que giram em torno dos da Copa do Mundo, das Olimpíadas e Paraolimpíadas. Isso movimenta o mercado jurídico porque os contratos celebrados entre as partes passam todos pela análise jurídica das partes contratantes”, aponta Carlos Miguel Castex Aidar, coordenador do Curso de Direito Desportivo da GV Law da Fundação Getúlio Vargas e um dos fundadores do IBDD (Instituto Brasileiro de Direito Desportivo) e da ABAR (Associação Brasileira de Arbitragem). Leia mais.

 Sociedades: como dividir o trabalho e o dinheiro?

Trabalhar em sociedade é uma boa forma de facilitar o trabalho dos advogados, já que a possibilidade de dividir as tarefas e pensar conjuntamente na hora de executar as demandas do escritório torna mais fácil a administração dos negócios. Nas sociedades, os advogados são a parte essencial do escritório. “Você tem mais facilidade em ser empreendedor e isso é o que mais precisa na sociedade hoje em dia, pois as empresas estão mudando a forma de fazer negócios. Na Austrália, por exemplo, um escritório de advocacia pode até abrir o capital, ou seja, se um banco quiser investir no escritório, ele pode.”, diz João Paulo Rossi Julio, consultor da Viseu Advogados. Leia mais.

 Quem ainda não tem área de compliance seguramente vai ter, afirma especialista

A área de compliance ainda gera dúvidas por parte dos advogados. Muitos escritórios ainda têm receio de investir, ou por não entenderem como estruturar o trabalho ou porque pensam no custo elevado que pode gerar. Segundo Rogéria Gieremek, responsável por Compliance na Serasa Experian e presidente da Comissão Permanente de Compliance do IASP (Instituto dos Advogados de São Paulo), a resistência na criação desta área em uma empresa acontece por falta de conhecimento sobre os serviços que podem ser executados. Leia mais.

 Comércio eletrônico aquece o mercado jurídico

Não é nenhuma novidade que o comércio eletrônico vem crescendo no mundo todo. A facilidade de realizar as compras pela internet atrai cada vez mais consumidores e, além disso, o próprio consumo de tecnologia – smartphones e tablets – vêm contribuindo para o aumento de vendas pela internet. Só no Brasil as estimativas são de que as vendas online este ano movimentem R$ 28 bilhões.

Para o advogado Márcio Cots, sócio no Cots Advogados e especialista em Direito Digital, isso significa muitas oportunidades de negócios para o mercado jurídico. Leia mais.

 Departamento jurídico deve conhecer as atividades de sua empresa

Os departamentos jurídicos precisam estar em constante diálogo com todas as áreas da empresa. Só assim conseguem ter uma visão ampliada dos negócios e auxiliar no planejamento de ações e estratégias. Mas como dar conta do próprio trabalho e também da relação com as outras áreas?

Um primeiro ponto para facilitar a relação do advogado com os demais departamentos é estar atento a todas as atividades da empresa, ou seja, além de ter uma visão sobre a sua especialidade olhar também para o funcionamento de outras áreas. Leia mais.

 

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