Acusação espera agora que julgamento de Suzane não seja adiado novamente
Roseli Ribeiro - 29/06/2006 - 18h13
“Entendo que finalmente prevaleceu o bom senso. Nós esperamos agora que a defesa não protele mais o julgamento e que no próximo dia 17 tenhamos o júri da Suzane e dos irmãos Cravinhos”, afirmou Toron.
O júri da estudante e dos irmãos Cravinhos foi adiado no dia 5 de junho, após o que foi chamado de “manobra” dos advogados de defesa. Eles deixaram o plenário do 1º Tribunal do Júri depois que o juiz Alberto Anderson Filho, que presidia a sessão, negou o adiamento total do júri pela falta de uma testemunha. Os irmãos Cravinhos também não foram julgados, pois seus advogados sequer compareceram, alegando cerceamento de defesa.
Ao final da sessão adiada, o Ministério Público ainda tentou que o juiz determinasse a prisão da estudante, mas Alberto Anderson Filho entendeu que não poderia contrariar a decisão de um tribunal superior.
Recurso
Sobre a possibilidade de Suzane comparecer espontaneamente, Toron disse esperar “que ela se entregue, porque agiu assim na vez anterior em que foi decretada a sua prisão”.
No entendimento de Toron, um eventual recurso da defesa de Suzane ao STF (Supremo Tribunal Federal), é normal, um “direito da defesa”. No entanto, ele avalia que o recurso “não obsta a realização do júri”.
Leia mais sobre o caso Richthofen:
Advogados abandonam plenário, e júri de Suzane é adiado para 17 de julho
Constituição Federal para Concursos
Henrique Cantarino, Luís Gustavo Bezerra de Menezes
De R$ 25,00
Por R$ 20,00


















