Última Instância realiza entrevistas com os candidatos à presidência da OAB-SP
Da Redação - 07/11/2006 - 20h00
Para essa ocasião, Última Instância realizou uma série de quatro entrevistas com os postulantes à presidência da entidade, em que todos puderam apresentar suas propostas, fazer críticas, caso dos candidatos oposicionistas, ou defender a atual gestão, caso de Luiz Flávio Borges D’Urso, que busca a reeleição. Além disso, também discutiram temas pertinentes ao cotidiano do advogado, e se posicionam ideologicamente em relação a temas polêmicos como aborto, legalização das drogas e eutanásia.
A série de entrevistas começa nesta terça-feira (7/11), com o candidato de oposição Rui Celso Reali Fragoso, da chapa “Em defesa da advocacia”. Amanhã, será a vez de Clodoaldo Pacce Filho, da candidatura “Livre sem cabresto – Oposição séria”. O terceiro entrevistado será Leandro Pinto, na quinta-feira, da chapa “Ação, Movimento de Renovação da OAB”. Por fim, na próxima segunda-feira (13/11), será a vez do presidente licenciado Luiz Flávio Borges D’Urso, pela chapa “Advocacia pede Bis”.
Após as entrevistas, Última Instância também exibirá trechos especiais, nos quais cada um dos candidatos aborda temas como prerrogativas, exame de ordem, cursos jurídicos e a diminuição do poder aquisitivo dos advogados.
As chapas:
Esta é a composição das quatro chapas que concorrem à presidência e à diretoria da Ordem:
A chapa 11 (Em Defesa da Advocacia) reúne como candidatos Rui Celso Reali Fragoso (presidente), Rosana Chiavassa (vice-presidente), João José Sady (secretário-geral), José Luis Mendes de Oliveira Lima (secretário-geral adjunto) e Sergio Seiji Itikawa (tesoureiro).
A chapa 12, (D’Urso – Advocacia Pede Bis) é composta por Luiz Flávio Borges D´Urso (presidente), Márcia Regina Machado Melaré (vice-presidente), Arnor Gomes da Silva Júnior (secretário-geral) , José Maria Dias Neto (secretário-geral adjunto) e Marcos da Costa (tesoureiro).
A chapa 13, (Ação, Movimento de Renovação da OAB SP) inscreveu como candidatos Leandro Donizete Pinto (presidente), Cristina Nélida Cuchi Muller (vice-presidente), Leonardo Placucci (secretário-geral), Edson Gomes Pereira da Silva (secretário-geral adjunto) e Vítor Rodrigo Sans (tesoureiro).
E, finalmente, a chapa 14 (Livre Sem Cabresto – Oposição Séria) é integrada por Clodoaldo Pacce Filho (presidente), Acácio Fernandes Roboredo (vice-presidente), Mário Guglielmi (secretário-geral), Luis Carlos Cioffi Baltramavícius (secretário-geral adjunto) e José Carlos Rodrigues Pereira do Vale (tesoureiro).
As chapas que disputam a seccional incluem, no total, 103 cargos. Além da diretoria, também serão escolhidos 55 conselheiros seccionais, três conselheiros federais, cinco diretores da Caasp (Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo), além dos respectivos suplentes.
Para candidatar-se, o advogado deveria ser inscrito na seccional, estar em dia com as anuidades, não ocupar cargos ou funções incompatíveis com a advocacia, não ter sido condenado por infração disciplinar e exercer efetivamente a profissão há mais de cinco anos. O mandato é de três anos, com início no dia 1º de janeiro de 2007. As informações são da assessoria da OAB paulista.
Subsecções
No dia 30, também haverá eleições para as diretorias das 216 subsecções do Estado, com 1.080 cargos em disputa. As chapas concorrentes nas subsecções são compostas da mesma forma da diretoria da seccional: candidatos a presidente, vice-presidente, secretário, secretário-adjunto e tesoureiro. Das 216 subsecções paulistas, 11 ficam na capital: Ipiranga, Itaquera, Jabaquara, Lapa, Penha, Pinheiros, São Miguel, Santana, Santo Amaro, Tatuapé e Vila Prudente.
A exemplo da eleição ocorrida em 2003, os quase 200 mil advogados-eleitores votarão em urnas eletrônicas. A entidade acredita que o resultado deve ser divulgado em 24 horas, já que a apuração é feita por subsecção e totalizada na capital. O voto é obrigatório para todos os advogados e somente poderão votar os adimplentes, nas subsecções onde estão inscritos. Os inscritos na capital paulista votam na USP, FMU, Unip e Uninove. Não há voto em trânsito.


















