Em nota, Paulo Maluf afirma que estudo no MP-SP tem "credibilidade zero"
Rosanne D'Agostino - 27/03/2007 - 15h50
Com acusações de desvio de dinheiro público de cerca de R$ 3 bilhões e 20 ações correndo na Justiça, Paulo Maluf (PP-SP), ex-prefeito da capital paulista (1993-1996), lidera um ranking do Ministério Público de São Paulo apelidado de “corruptômetro” e que inclui apenas o Estado de São Paulo. O ex-prefeito Celso Pitta (1997-2000) aparece em segundo lugar, seguido da ex-prefeita Marta Suplicy (PT), que governou a cidade entre 2001 e 2004.
As ações civis públicas foram propostas pela Promotoria de Justiça e Cidadania de São Paulo com base nas leis 7.347/85 (Lei de Ação Civil Pública) e 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa). Contra Celso Pitta, correm 15 ações para a devolução ou ressarcimento dos cofres públicos. Contra Marta Suplicy, são oito.
Leia a íntegra da nota a seguir:
"Como se avizinha um novo pleito eleitoral na cidade de São Paulo, este promotor do Ministério Público deveria ter a sinceridade de confessar a que patrão político ele está servindo.
Maluf deixou a prefeitura de São Paulo em dezembro de 1996.
Suas contas foram aprovadas com louvor pelo Tribunal de Contas do Município.
Dia 8 de março de 1999, mais de dois anos depois de deixar a prefeitura, pesquisa divulgada naquela data mostrou que Maluf é considerado o melhor prefeito que a cidade já teve.
Esse “estudo” da Promotoria da Cidadania tem credibilidade zero.
Vale tanto quanto uma nota de três reais."














