Ministério Público Federal condena homem por pedofilia na Internet
Da Redação - 22/06/2007 - 13h39
Lucho também foi condenado pela falsificação de carimbo de autenticação de cópias do 3º Ofício de Notas, de Natal (RN).
O crime foi descoberto em 1999 pela Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) na Bélgica, que identificou a homepage de Lucho hospedada em um provedor de acesso com sede administrativa em Olinda (PE). À época, o condenado morava em Natal (RN) e, atualmente, vive no Rio de Janeiro (RJ). O MPF denunciou o caso à Justiça Federal em 2002.
A pedido do MPF foram apreendidos na casa de Lucho, em Natal, negativos fotográficos que, impressos, resultaram em 268 fotos.
Algumas mostravam crianças e adolescentes nuas, seminuas e em roupas íntimas, em posições pornográficas ou eróticas.
Na página da Internet do acusado, o MPF comprovou a existência de arquivos eletrônicos com imagens pornográficas e cenas de sexo explícito em que adultos mantinham relações sexuais com crianças do sexo feminino.
Perícia no computador do condenado revelou ainda a existência de filmes e outras fotos de crianças e adolescentes de ambos os sexos, aparentando idades entre alguns meses e 15 anos.
No computador, Lucho possuía uma espécie de biblioteca virtual, com 13.963 registros de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes organizado em classes, de acordo com o tipo de imagem.
Ação Penal 2001.83.00.018842-0
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