Supremo nega viagem com a família a investigado na operação Furacão
Da Redação - 03/01/2008 - 17h20
Em julho do ano passado, Laurentino conseguiu liminar em habeas corpus concedida pelo ministro Marco Aurélio, do STF, para responder ao processo em liberdade. Mas a decisão do ministro alerta que o acusado deverá permanecer no distrito da culpa, ou seja, no Rio de Janeiro, e só poderá realizar viagens com a autorização do Juízo da 6ª Vara Federal Criminal do Rio, onde o processo tramita.
Citando essas determinações do ministro Marco Aurélio, a presidente do STF, ministra Ellen Gracie, indeferiu o pedido de viagem feito por Laurentino. Segundo ela, “é dever do Juízo da 6ª Vara Criminal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro, cabendo a ele ou à autoridade judiciária que o substitua, em épocas determinadas”, apreciar os pedidos de autorização de viagem dos réus envolvidos na operação Furacão.
Laurentino é considerado homem de confiança de Aniz Abrahão David, o Anísio, e Aílton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães, também investigados por envolvimento na Operação, que desarticulou uma quadrilha envolvida com máfia de caça-níqueis do Rio.
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