Empresa de ex-vice do Corinthians é acusada de fraude trabalhista
Marina Diana - 11/01/2008 - 18h38
De acordo com o titular da delegacia de crimes das relações sindicais e de acidentes de trabalho Nilson Caneloi Junior, Gebran já é procurado pela Justiça por não pagar pensão alimentícia.
O delegado afirmou que a Polícia Federal apreendeu armas dentro da empresa, localizada no Butantã, zona oeste de São Paulo. “Recolhemos quatro armas de fogo e uma arma branca que seriam do dono da empresa”, disse.
O caso começou quando o MPT (Ministério Público do Trabalho) de São Paulo recebeu uma denuncia, anônima, informando que a empresa teria chamado nesta sexta-feira (11/1) alguns funcionários para obrigá-los a fazer revisão contratual.
Segundo Caneloi Junior, o sindicato dos vigilantes de Santo André, que não deveria atuar na capital, estava cobrando R$ 40 de cada funcionário para fazer a homologação. “Eles estavam frustrando direitos trabalhistas. Foram presos em flagrante”, afirmou.
A ação foi acompanhada pela procuradora do MPT-SP Viviann Rodriguez Mattos. Última Instância tentou entrar em contato com a empresa Forte’s Vigilância, mas ninguém foi localizado.
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