Para promotor, ex-cirurgião pode continuar solto mesmo se for condenado
Rosanne D'Agostino - 15/04/2008 - 14h52
O caso guarda paralelos com outro julgamento, o do jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, condenado em maio de 2006 a 19 anos de prisão por assassinar a ex-namorada Sandra Gomide, em agosto de 2000. Pimenta pode recorrer em liberdade por conta de um habeas corpus proferido pelo STF (Supremo Tribunal Federal), instância superior ao TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).
Assim como Pimenta, Farah é amparado por liminar em habeas corpus da 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) concedida em maio de 2007. Está solto desde então.
"Não vai ser nenhuma surpresa [se for condenado e sair solto do julgamento]. Mas achamos conveniente a prisão", disse o promotor. "Não é fator determinante, mas há esse risco. Fica a critério do juiz."
Segundo Pereira, no laudo da morte de Maria do Carmo Alves há a informação de que a vítima foi esquartejada ainda viva —ela estaria sob o efeito de anestesia no momento do crime.
Leia mais:
Farah chega a júri em SP
Acusado de esquartejar ex-amante, Farah assiste a júri em SP
Defesa pede novo adiamento de júri de Farah Jorge Farah
Júri de Farah Jorge Farah é remarcado para 15 de abril
Supremo concede habeas corpus para libertar Farah Jorge Farah
Comentários à Reforma Criminal de 2009
Luiz Flávio Gomes, Rogério Sanches Cunha, Valério de Oliveira Mazzuoli
De R$ 32,00
Por R$ 25,60


















