Defesa tenta comprovar perseguição de vítima a Farah Jorge Farah
Rosanne D'Agostino - 15/04/2008 - 19h14
Quatro testemunhas já foram ouvidas no júri popular que começou a decidir nesta terça-feira (15/4) se o ex-cirurgião é o culpado pela morte de sua ex-amante.
Marina Borini, uma das testemunhas, defendeu Farah, com quem conviveu na época de estudante. “Eu o conheço desde 1972. É uma pessoa extremamente boa, prestativa, que não teria feito isso em hipótese nenhuma”, afirmou.
Ao sair do plenário, ela o abraçou e beijou sua testa. “Deus te abençoe e ilumine”, desejou.
Os três médicos responsáveis pelo parecer que suspendeu o exercício de medicina de Farah reafirmaram que naquele momento foram zelosos em pensar que ele pudesse cometer outro fato grave contra um paciente. Sobre a sua amnésia, disseram que não é impossível, mas pouco provável.
Neste momento, o júri foi suspenso para um intervalo e deve ser retomado em instantes para a oitiva das outras 19 testemunhas. A sessão está prevista para durar até três dias.


















