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Defesa de Farah aponta nulidades em júri
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Rosanne D'Agostino

O advogado de Farah Jorge Farah, Roberto Podval, afirmou que deve pedir a nulidade do júri em razão de uma série de irregularidades processuais no andamento da sessão.

O julgamento acontece no 2º Tribunal do Júri e foi suspenso às 22h05, após o depoimento de dez testemunhas. O juiz Rogério de Toledo Pierri preside o júri. Aos 59, Farah é réu por homicídio duplamente qualificado, destruição, ocultação e vilipêndio a cadáver pela morte da dona-de-casa Maria do Carmo Alves.

Segundo Podval, os depoimentos foram tomados em ordem errônea em razão de uma série de complicações de saúde de testemunhas. As oitivas foram iniciadas com a versão de peritos da defesa e duas mulheres que passaram mal antes do júri.

"Essa ordem não segue o que é previsto em lei e prejudica a defesa", afirmou o advogado.

Terça-feira, 15 de abril de 2008

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