Defesa de Farah pode usar mesma tese de advogados de Suzane
Rosanne D'Agostino - 16/04/2008 - 17h14
Pela tese, Farah, sob uma forte pressão provocada pelas seguidas perseguições de Maria do Carmo, durante os últimos cinco anos que antecederam o crime, não poderia ter tido outra reação que aquela tida por ele naquele momento.
À tarde, um oitavo membro integrou a equipe de defesa de Farah, liderada pelo advogado Roberto Podval, a fim de que sejam decididos os quesitos a serem entregues ao juiz e, conseqüentemente, aos sete jurados.
No caso de Suzane, a tese fez com que o juiz Alberto Anderson formulasse três perguntas que absolviam ou condenavam a ré. Até hoje a defesa acredita que os jurados absolveram Suzane pela morte do pai. Confira os argumentos em detalhes (AQUI)
Nulidades
Ontem, Roberto Podval afirmou que deve pedir a nulidade do júri em razão de uma série de irregularidades processuais no andamento da sessão.
Segundo ele, os depoimentos foram tomados em ordem errônea em razão de uma série de complicações de saúde de testemunhas. As oitivas foram iniciadas com a versão de peritos da defesa e duas mulheres que passaram mal antes do júri.
"Essa ordem não segue o que é previsto em lei e prejudica a defesa", afirmou o advogado.
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