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Defesa de pai e madrasta de Isabella pede produção de novas provas em prédio
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Os advogados Marco Polo Levorin e Rogério Neres de Souza, que defendem o pai e a madrasta da menina Isabella, 5, jogada do 6º andar de um prédio em 29 de março, entraram com uma petição nesta quarta-feira, às 18h, no Fórum de Santana requerendo que seja determinada a produção de novas provas no inquérito que apura a morte da garota.

Segundo Marco Polo, duas testemunhas arroladas pela defesa do casal ouvidas hoje —que não eram moradoras do prédio e nem estavam lá no dia do crime— afirmaram que não tiveram dificuldade para entrar no prédio onde o crime ocorreu. “Isso demonstra a total vulnerabilidade do edifício. Caiu por terra aquela perspectiva de ser uma torre impenetrável, de que ninguém poderia ter ingressado em nenhuma hipótese.”

O advogado não detalhou o tipo de prova requerida, mas adiantou que podem estar relacionadas a outros apartamentos e escadarias do prédio. “As testemunhas disseram que os portões da garagem e da portaria ficavam abertos.”

A defesa esteve reunida com o promotor do caso e um perito. Segundo eles, essas duas testemunhas ingressaram mais de uma vez no prédio sem identificação, uma pela frente e outra pela porta lateral.



Quarta-feira, 16 de abril de 2008

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