Juiz começa a ouvir testemunhas do caso Dorothy
Da Redação - 05/05/2008 - 17h46
A sessão acontece na sala de júri do Fórum Criminal de Belém e já dura cerca de oito horas. O juiz informou que deverá ouvir, ainda hoje o máximo de testemunhas, dentre as oito, devendo suspender para descanso noturno por volta das 19h.
Roberta Lee, também missionária da mesma congregação e que desenvolve trabalho semelhante ao de Dotohy Stang, mas, voltado para as comunidades indígenas, foi a primeira testemunha a prestar depoimento. Ela falou sobre o trabalho da missionária assassinada e disse que o PDS (Projeto de Desenvolvimento Sustentável), não era de Dorothy mas do governo, do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e que a missionária estava ajudando a implantar naquela região.
Em seguida o juiz passou a ouvir o depoimento do delegado de Polícia Civil Waldir Freire. Entre as testemunhas trazidas pela defesa dos réus estão Amair Feijoli Cunha, o Tato, e Clodoaldo Batista, o primeiro condenado por ter intermediado o crime e o segundo ajudou Rayfran a executar a irmã.
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