Juiz começa a ouvir testemunhas do caso Dorothy

Da Redação - 05/05/2008 - 17h46

O juiz Raimundo Moisés Flexa, presidente do segundo júri popular dos acusados de participar do homicídio qualificado praticado contra a missionária Dorothy Stang, começou há pouco a ouvir as testemunhas do caso.

A sessão acontece na sala de júri do Fórum Criminal de Belém e já dura cerca de oito horas. O juiz informou que deverá ouvir, ainda hoje o máximo de testemunhas, dentre as oito, devendo suspender para descanso noturno por volta das 19h.

Roberta Lee, também missionária da mesma congregação e que desenvolve trabalho semelhante ao de Dotohy Stang, mas, voltado para as comunidades indígenas, foi a primeira testemunha a prestar depoimento. Ela falou sobre o trabalho da missionária assassinada e disse que o PDS (Projeto de Desenvolvimento Sustentável), não era de Dorothy mas do governo, do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e que a missionária estava ajudando a implantar naquela região.

Em seguida o juiz passou a ouvir o depoimento do delegado de Polícia Civil Waldir Freire. Entre as testemunhas trazidas pela defesa dos réus estão Amair Feijoli Cunha, o Tato, e Clodoaldo Batista, o primeiro condenado por ter intermediado o crime e o segundo ajudou Rayfran a executar a irmã.

Leia mais:
Fazendeiro nega participação em morte de missionária Dorothy no Pará


Constituição Federal para Concursos

Henrique Cantarino, Luís Gustavo Bezerra de Menezes

De R$ 25,00

Por R$ 20,00


Triunfe na Advocacia

Wilson de Araújo Abreu

De R$ 15,00

Por R$ 12,00


Código de Processo Civil Anotado

Humberto Theodoro Júnior

De R$ 165,00

Por R$ 132,00


Contabilidade Avançada e Intermediária

Ricardo J. Ferreira

De R$ 99,00

Por R$ 79,20