Ayres Britto diz que vai cobrar fidelidade dos partidos aos seus programas
Da Redação - 06/05/2008 - 21h13
O presidente do TSE disse que, nos próximos dois anos, o Tribunal vai se debruçar, principalmente, sobre essa e outras quatro questões. Discutirá se o quociente eleitoral está de acordo com o preceito constitucional que determina ser a vontade do eleitor soberana; questionará se políticos "identificados pela tarja de processos criminais e ações de improbidade administrativa" podem se candidatar; debaterá se as obras de cunho social e de infra-estrutura deveriam ser paralisadas em ano eleitoral e, por fim, discutirá se as regras atuais sobre uso de órgãos de comunicação social como veículo de interação com o eleitorado são extensíveis à mídia on-line.
Disse ainda o ministro que o país precisa debater mais a sua qualidade de vida política. De acordo com ele, isso “requer, de um lado, a eterna vigilância contra aqueles políticos que não perdem oportunidade para fazer de sua caneta um pé de cabra e, de outro, valorizar —e valorizar por modo superlativo— os que tornam a política a mais essencial, a mais bonita, a mais realizadora de todas as vocações humanas: a vocação de servir a todo o povo”.
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